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| EXTINTOR DE INCÊNCIO |
| A partir de janeiro de 2005 carros de passeio só poderão sair de fábricas com extintores da classe ABC, capazes de apagar princípios de incêndio na parte interna dos veículos. Esta versão - com pó de monofosfato de amônia - apaga fogo em materiais sólidos, como plásticos, borrachas, espuma dos bancos, carpete e estofamento (que correspondem à categoria A), em combustíveis líquidos (categoria B) e não provoca curto-circuito (categoria de classificação C). Quem tem o extintor apenas BC terá de comprar um novo.
Atualmente, o extintor utilizado, do tipo “BC”, é capaz de apagar apenas incêndios no sistema elétrico ou de combustível dos veículos. A resolução para a mudança foi tomada pelo Conselho Nacional de Trânsito, o CONTRAN, em 2003, baseada em estudos do Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem). |
| PALHETAS - LIMPADOR DE PARA-BRISA |
| Manter bem conservadas as palhetas do limpador de pára-brisa é fundamental para sua segurança.
Ao instalar novo jogo de palhetas, limpe o vidro da seguinte maneira:
- Use solução de água com um pouco de álcool para limpeza do vidro. Aplique com um pano limpo. Esse procedimento ajudará na retirada das impurezas acumuladas no vidro;
- Para limpeza das borrachas (se necessário), use um pano umedecido com água limpa para retirar possíveis impurezas. Cuidado para não danificar os braços do limpador durante o processo;
- Use no reservatório de água do limpador solução de água com aditivo apropriado para limpeza. O aditivo ajuda na diminuição do atrito entre a borracha e o vidro, melhora a qualidade da limpeza e não corrói a borracha.
Não são recomendos o uso dos seguintes produtos na limpeza nos pára brisas (que podem comprometer o desempenho e a durabilidade das palhetas):
- Detergentes;
- Sabões comuns;
- Querosene;
Troque as palhetas a cada 12 meses (uma vez por ano), ou caso estejam:
- ressecadas (deixam riscos ou faixas no vidro, quando acionado o limpador);
- há folgas no mecanismo (ocorre trepidação quando o limpador é utilizado);
- borracha deformada (uma "névoa" é formada no vidro);
- borracha rasgada ou ressecada (algumas áreas do vidro ficam sem limpeza). |
| ALINHAMENTO |
| Alinhamento é, como o próprio nome diz, responsável por manter o carro “na linha” – sem que “puxe” para um lado, desde que transitando em piso regular.
O alinhamento é especificado pelo fabricante do veículo a fim de oferecer maior eficiência de rolamento, melhor dirigibilidade e otimização do grau de esterçamento. Qualquer alteração que ocorra nas especificações de alinhamento, ocasionada por impacto, trepidação, compressão lateral e desgaste dos componentes da suspensão poderá comprometer o bom comportamento do veículo. Ou, ainda, provocar desgaste irregular e prematuro da banda de rodagem.
São quatro os itens envolvidos no alinhamento: convergência, divergência, cáster câmber. Todos eles devem ser observados no alinhamento, que será feito:
1 – a cada troca de pneus;
2 – quando os pneus apresentarem desgaste excessivo na área do ombro;
3 – quando os pneus apresentarem desgaste em forma de escamas na banda de rodagem;
4 – se um pneu tiver maior desgaste do que o outro;
5 – trepidação das rodas dianteiras;
6 – vibração do carro;
7 – volante duro;
8 – carro tende para os lados quando o motorista solta o volante;
9 – carro desvia e puxa para o lado quando os freios são acionados;
10 – a cada 10 mil km (rodízio ou balanceamento). |
| BALANCEAMENTO |
| Rodas desbalanceadas podem ser identificadas por trepidação na direção do veículo, ocorrida em determinada velocidade. Esse problema danifica os pneus, que terão sua vida útil reduzida – e provoca muito desconforto ao dirigir.
O dano mais comum causado pelo desbalanceamento é o desgaste acentuado e irregular em pontos alternados da banda de rodagem dos pneus.
Existem ainda outros problemas ocasionados pela falta de balanceamento. Entre eles está a perda de tração e estabilidade, dificuldade de manter o veículo na trajetória e desgaste prematuro dos rolamentos, amortecedores e terminais de direção.
São dois os tipos de balanceamento: estático e dinâmico. Uma roda está estaticamente balanceada quando cada ponto da circunferência tem o mesmo peso de seu ponto oposto. No balanceamento dinâmico, os pontos opostos de cada lado da roda têm o mesmo peso.
Para se fazer o equilíbrio ideal entre o conjunto roda/pneu, devem-se usar contrapesos de chumbo nos pontos mais leves da roda.
Quando fazer o balanceamento:
1 – a cada troca de pneus;
2 – por ocasião do rodízio de pneus (cada 10 mil km);
3 – ao primeiro sinal de vibração no volante ou desgaste irregular dos pneus;
4 – após ser efetuado reparo no pneu ou na câmara de ar. |
| PRESSÃO DOS PNEUS |
| A pressão de ar é o fator que mais afeta o desgaste do pneu e, por conseqüência, sua vida útil. Saiba como a pressão excessivamente baixa ou alta pode afetar diretamente o pneu.
Pressão baixa
Pneu com baixa pressão tem sua área de contato com o solo alterada, provocando desgaste acelerado e irregular da banda de rodagem e dos “ombros”. Isso reduz sua durabilidade e aumenta o consumo de combustível. Outras conseqüências que podem advir da baixa pressão: superaquecimento, quebras e separações dos componentes estruturais do pneu.
Pressão alta
Também altera a área de contato do pneu com o solo, ocasionando desgaste acelerado no centro da banda de rodagem e reduzindo a durabilidade do pneu. Devido ao supertensionamento da carcaça, o pneu fica mais suscetível a cortes e impactos. Pressão alta reduz o conforto ao dirigir (carro vibra mais com irregularidades do solo).Verifique a pressão dos pneus semanalmente ou, no máximo, a cada 15 dias. Antes de empreender longas viagens, também faça uma checagem.
Lembre-se de verificar a pressão sempre com os pneus frios. De preferência, faça-o pela manhã.
Pneu de passeio, dependendo do percurso e da velocidade, pode demorar até 2 horas para esfriar. Nunca “sangre” o pneu – retirar ar quente. Examine sempre as válvulas, que devem ser mantidas com as tampas – protegem contra impurezas e evitam vazamentos.
Se o veículo for viajar carregado, aumente a pressão de 2 a 4 libras/pol² - desde que esse aumento não ultrapasse a máxima recomendada.
Lembre-se de manter o estepe calibrado e em ordem para rodar, caso necessário. |
| BANCOS EM COURO |
| Para prolongar a vida útil do revestimento em couro dos bancos de seu carro, confira esses cuidados necessários:
Limpeza
1 – Poeira: retirar com pano macio e seco;
2 – Líquidos (café, leite, refrigerante, bebidas alcoólicas e água) e Produtos gordurosos (óleo, azeite, creme e chocolate):
- remover imediatamente com pano macio e absorvente, friccionando suavemente;
- limpar com pano levemente umedecido com água morna em solução de sabão neutro;
- deixar secar naturalmente.
3 – Recomendações:
Não utilizar objetos pontiagudos e/ou abrasivos, bem como solventes e produtos agressivos na limpeza, evitando assim danos irreversíveis ao material.
Lavagem
A lavagem tradicional correta é com água e detergente neutro, de preferência na sombra e seguida de secagem completa da carroceria.
Deixar de secar a carroceria com panos e desprezar a cera protetora ficam longe do correto. Sol e vento, como elementos únicos para secagem com o carro em movimento, são inimigos da boa conservação.
Observe nos manuais do proprietário do veículo costuma haver mais informações sobre os cuidados com a pintura. |
| PINTURA |
| Seiva de árvores, fezes de pássaros e insetos “atropelados” podem manchar a pintura da carroceria, principalmente no capô que sempre trabalha em temperatura superficial superior.
Na hipótese de demora da lavagem completa, deve-se fazer a limpeza no local afetado o mais rápido possível. |
| ESCAPAMENTO |
| Se o veículo possuir catalisador, evite fazê-lo pegar no tranco se o motor não pegar pelo meio normal. Se a ignição estiver defeituosa, o combustível que não é queimado pode chegar ao interior do equipamento e, quando o motor funcionar, a temperatura de funcionamento do catalisador se elevará demais. Se isso acontecer, o núcleo cerâmico do catalisador pode vir a se derreter e obstruir por completo o escapamento, o que leva à parada do motor.
A exceção para essa recomendação é quando a bateria está com carga normal e o defeito é no próprio motor de partida, que não vira o motor. Nesse caso não há contra-indicação para “o pegar no tranco”.
O sistema de escapamento é um item muito importante em qualquer automóvel e não deve ser modificado. Nas camionetas (peruas, station wagons, utilitários esporte), devido à zona de depressão que se forma na traseira ao trafegar, a orientação da saída do escapamento deve ser mantida original. Eventual modificação pode levar gases queimados a retornar e eventualmente adentrar a cabine, algo muito perigoso devido ao monóxido de carbono, um gás letal.
Pelo mesmo motivo, jamais rodar com tampa traseira aberta, mesmo em trajetos curtos. |
| ESCAPAMENTO |
| Se o veículo possuir catalisador, evite fazê-lo pegar no tranco se o motor não pegar pelo meio normal. Se a ignição estiver defeituosa, o combustível que não é queimado pode chegar ao interior do equipamento e, quando o motor funcionar, a temperatura de funcionamento do catalisador se elevará demais. Se isso acontecer, o núcleo cerâmico do catalisador pode vir a se derreter e obstruir por completo o escapamento, o que leva à parada do motor.
A exceção para essa recomendação é quando a bateria está com carga normal e o defeito é no próprio motor de partida, que não vira o motor. Nesse caso não há contra-indicação para “o pegar no tranco”.
O sistema de escapamento é um item muito importante em qualquer automóvel e não deve ser modificado. Nas camionetas (peruas, station wagons, utilitários esporte), devido à zona de depressão que se forma na traseira ao trafegar, a orientação da saída do escapamento deve ser mantida original. Eventual modificação pode levar gases queimados a retornar e eventualmente adentrar a cabine, algo muito perigoso devido ao monóxido de carbono, um gás letal.
Pelo mesmo motivo, jamais rodar com tampa traseira aberta, mesmo em trajetos curtos. |
| FILTROS |
| Parte 1: Parte 2: |
| INJEÇÃO ELETRÔNICA |
| Embora pareça complicado à primeira vista, o sistema é simples. Quem determina quando, quanto e por quanto tempo as válvulas de injeção (injetores) abrem é um computador. Mas ele faz isso baseado em informações como o quanto o motorista apertou o pedal do acelerador, a rotação do motor, a pressão reinante no coletor de admissão e as temperaturas do ar e do líquido de arrefecimento. Essas informações são colhidas por sensores e transformadas em sinal elétrico, para chegarem ao computador.
A quantidade de combustível deixado entrar irá se juntar ao ar que o motor está admitindo, momento em que se forma a mistura ar-combustível.
A injeção eletrônica pode ser tanto em ponto central, chamada de injeção monoponto (EFI), quanto em tantos pontos quanto forem os cilindros, denominada multiponto (MPFI). Ainda, a injeção multiponto pode ser seqüencial (SFI), a maioria hoje por razões de emissões. Na injeção seqüencial as válvulas se abrem segundo a ordem de ignição do motor. Assim, toda injeção SFI é multiponto.
As válvulas de injeção dos sistemas MPFI ou SFI localizam-se nos ramos do coletor de admissão, logo antes dos dutos de admissão do cabeçote. Começam a se popularizar na Europa os sistemas de injeção direta na câmara de combustão (GDI), mas esses motores ainda não podem funcionar no Brasil devido ao elevado teor de enxofre da nossa gasolina, que afeta os injetores.
Não existe manutenção preventiva do sistema de injeção, o que é uma boa notícia para os proprietários. O único trabalho é mandar fazer limpeza das válvulas (bicos) de injeção se o funcionamento do motor se tornar irregular e com falhas, sem que a luz de aviso de irregularidade se acenda. |
| JUNTAS |
Parte 1: Parte 2: |
| KIT DE AR CONDICIONADO |
| O equipamento, que há tempos deixou de ser um simples acessório de conforto, para se tornar um item de segurança, evita que as pessoas trafeguem com o vidro do carro aberto, pode ser adaptado em veículos que não são equipados pela montadora.
A Manutenção Preventiva do sistema de ar-condicionado é recomendada a cada 5.000 km. Mas procure por oficinas autorizadas. A substituição do filtro de cabine, responsável por evitar a contaminação do ar lançado pelo ar-condicionado, deve ser feita a cada 15.000 km.
Sem manutenção, o equipamento gera ruídos indesejados, perde eficiência e em casos extremos para de funcionar. Parece pouco, mas não é. Imagine você indo para a praia com sua família, em pleno verão, com aquele calor escaldante, os costumeiros e intermináveis congestionamentos e com o ar-condicionado quebrado. Imaginou? Com toda a certeza, essa viagem se tornará inesquecível não apenas pelo sufoco, mas também pelo gasto com o conserto, que vai consumir um bom dinheiro. |
| LÂMPADAS |
| A troca preventiva de lâmpadas é recomendável a cada 50.000 km. Mesmo funcionando corretamente, a lâmpada perde cerca de 30% da luminosidade ao longo do uso. E isso representa uma redução de 1/3 também na sua segurança.
Aprenda a identificar você mesmo às lâmpadas "cansadas". É muito fácil: basta observar o bulbo (vidro da lâmpada) para ver seu enegrecimento. O enegrecimento é um sinal de que a lâmpada está perto do fim.
Ele é causado pela evaporação do filamento de tungstênio, ou seja: as partículas vão se desprendendo do filamento e se acumulando na superfície do bulbo. Com isso, além de oferecer menos luz, a lâmpada começa a reter calor, o que acelera ainda mais o processo de evaporação do tungstênio.
Quando você menos esperar, ficará no escuro. Por isso, olhe atentamente o vidro de suas lâmpadas.
Na checagem periódica das lâmpadas externas, deve-se também observar o conjunto óptico. Se o vidro estiver embaçado, é sinal de infiltração de água, causado por alguma rachadura no conjunto óptico, o que aumenta consideravelmente o risco de queima precoce da lâmpada.
Troque as lâmpadas sempre aos pares
Quando queimar a lâmpada de um dos faróis, troque a do outro também. As lâmpadas são fabricadas pelo mesmo processo, com o mesmo material e o mesmo equipamento. Por isso, elas têm aproximadamente a mesma durabilidade. Ou seja, quando uma lâmpada queima, é muito provável que a outra, que é igual, esteja também próxima do seu fim de vida.
Trocando o par, você estará mais garantido e livre de imprevistos. E mais: não vai gastar tempo e dinheiro parando para fazer outra troca.
Verifique sempre as luzes de sinalização
Nem sempre a falta de luz do veículo é causada por uma lâmpada queimada. Podem ocorrer problemas de curto-circuito, oxidação de contatos, contatos soltos pela trepidação e ainda assim a lâmpada não estar queimada.
Redobre sua atenção e controle constantemente essas luzes. Você pode verificar seu funcionamento mesmo sem sair do carro. Basta observar o reflexo no pára-choque de outros carros ou na parede da sua garagem.
Vale a pena ser prevenido. Mantenha lâmpadas de reserva em seu porta-luvas.
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| LUBRIFICANTE |
| O lubrificante tecnicamente indicado para o motor do carro garante sua função, mas sofre desgaste durante seu trabalho.
• Troque o óleo na hora certa providenciando antes disso a limpeza interna do motor.
• Substitua os filtros de óleo.
• Nos intervalos entre trocas não esqueça de verificar sempre o nível de óleo, completando quando precisar com um tratamento para o óleo adequado, restabelecendo as propriedades do lubrificante. Assim o motor tem tudo para estar sempre limpo e perfeitamente lubrificado.
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| MANGUEIRAS |
| As mangueiras transportam óleo, combustível, ar e água. Elas funcionam como veias e artérias do corpo humano, alimentando todo o funcionamento do motor. Com o decorrer do tempo, se desgastam por causa das altas temperaturas. Elas podem ressecar, rachar ou furar. Fique de olho. Sempre que possível, verifique se há algum tipo de vazão.
Uma mangueira com vazamento pode causar sérias dores de cabeça. Se o problema estiver na mangueira do radiador, o motor pode superaquecer. Se a falha for na mangueira do combustível, corre-se o risco de um incêndio.
De acordo com recomendações do fabricante, sempre que uma mangueira apresentar algum tipo de problema, o ideal é haver uma substituição da peça com problema e de todas as outras. É sinal de que a vida útil está chegando ao fim. A simples verificação de vazamentos e a troca das mangueiras vão impedir que outros componentes sejam afetados e que você fique na mão, talvez na hora em que mais precisar de seu automóvel.
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| PNEUS |
| Os pneus têm grande responsabilidade pela sensação de conforto ao dirigir. A sua vida útil é estimada em 100.000 km, se usado corretamente. Cuidar dos pneus requer uma certa disciplina. A calibragem, conforme indicação do Manual do Proprietário, deve ser feita a cada 15 dias, sempre pela manhã, com os pneus ainda frios. Alinhamento e balanceamento são recomendáveis a cada três meses, na troca ou reparo dos pneus ou se o carro apresentar trepidações no volante. Outro fator altamente recomendável é o rodízio dos pneus a cada 5.000 km. Além de prolongar a vida útil dos pneumáticos, essas medidas garantem melhor dirigibilidade e que peças da suspensão não se desgastem prematuramente.
Pneus carecas representam grande perigo ao motorista. Não garantem a frenagem correta, não seguram o carro nas curvas e, em pisos molhados, o risco de acontecer uma aquaplanagem torna-se praticamente inevitável.
Também a probabilidade de o pneumático furar quando está desgastado é extremamente maior. Neste caso, um furo ou estouro com o veículo em movimento pode significar um grave acidente, comprometendo a sua vida e de sua família, sem contar a vida de pedestres e terceiros, que nada têm a ver com os cuidados que você toma com o seu veículo. Pense nisso.
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| RADIADOR |
| Não é necessário fazer nenhuma manutenção periódica no radiador. Sua substituição deve ser realizada somente em caso de vazamento. Não se recomenda nenhuma lavagem externa, pois isto pode gerar danos na coméia, responsável pela troca térmica.
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| RETENTORES |
| A principal função dos retentores de um motor é vedar e reter óleos, graxas e outros tipos de fluidos. Além de coibir vazamentos, o retentor impede a entrada de impurezas como poeira, areia e terra para dentro do motor.
Como os retentores não têm um prazo de validade determinado, sua Manutenção Preventiva também é feita por observação. Ao menor sinal de vazamento de óleo, é preciso levar o veículo a uma oficina.
Se os retentores instalados no virabrequim e no comando de válvula estiverem em condições ruins, haverá vazamento de óleo perceptível ao simples olhar. Já o retentor que fica na haste da válvula, quando em más condições, provoca vazamento de óleo para dentro da câmara de combustão. Para detectar o problema, é necessário observar o veículo na primeira partida pela manhã. Se sair uma fumaça branca no escapamento, é sinal de que o retentor apresenta desgastes e o motor está queimando óleo junto com o combustível.
As conseqüências de um retentor em más condições de uso podem ser graves. A falta de cuidado com apenas um item pode prejudicar muitos outros. No caso específico do retentor, os danos vão desde o desgaste prematuro do disco de embreagem, entupimento do conversor catalítico (catalisador), aumento de consumo, diminuição da vida útil das velas até a quebra da correia dentada.
Você corre o risco de ficar parado a qualquer hora em qualquer lugar à espera de um guincho. Prejuízo e chateação na certa. Sem contar no risco de ficar com o carro quebrado em ruas pouco iluminadas durante a noite, por exemplo, ou em estradas de muito tráfego e sem acostamentos.
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| RODAS |
| - Evite passar em buracos, pois essa ação poderá entortar ou amassar as rodas, chegando a inutilizá-las; - rodar com os pneus vazios pode atingir e danificar as rodas; - nunca utilize rodas recuperadas, elas não garantem segurança; - para comprar rodas, procure lojas especializadas que ofereçam garantia e orientação técnica. |
| ROLAMENTO DE RODAS |
| Os rolamentos de rodas dianteiros e traseiros ficam instalados dentro do cubo das rodas e atuam na movimentação. O desgaste dessas peças, que têm durabilidade mínima de 40.000 km, depende da utilização do veículo, condições do solo percorrido e manutenção de outros itens da suspensão e direção.
No início, os ruídos provocados pelo mau funcionamento dos rolamentos são percebidos somente com a utilização de equipamentos especiais. Neste caso, a peça deve ser imediatamente substituída.
Se o veículo permanecer rodando com um rolamento quebrado, as conseqüências podem ser fatais. As rodas podem travar com o carro em movimento, causar acidentes e, na melhor das hipóteses, deixar o motorista a pé. |
| TRINCAS NO PÁRA-BRISA |
| Se alguma pedra trincar o pára-brisa, seu reparo deve ser feito imediatamente. Quanto mais o motorista demorar para consertá-lo, mais sujeira irá juntar na trinca, impedindo seu conserto. Só podem ser reparadas trincas pequenas. |
| SISTEMA DE REFRIGERAÇÃO |
| Muitos pensam que o sistema de refrigeração do carro resume-se apenas ao radiador. Ele é uma peça importante, mas sozinho não garante a temperatura ideal para o motor trabalhar. Três componentes são de fundamental importância no funcionamento do sistema: a válvula termostática, o termo-interruptor e o sensor de temperatura. Juntos, eles comandam a refrigeração do motor.
Estes componentes possuem uma vida útil de 30.000 km. Geralmente os sintomas mais leves que indicam a necessidade de levar os veículo até uma oficina por falta de cuidados com o sistema de arrefecimento são: nível do líquido de arrefecimento baixando constantemente e com cor de ferrugem, temperatura de trabalho inadequada (tanto alta, quanto baixa), consumo excessivo de combustível, rotação do motor alterada e queda de potência.
A primeira peça a “pedir socorro” por falta de uma Manutenção Preventiva do sistema é a junta do cabeçote. Se o sistema não estiver funcionando corretamente pode causar o superaquecimento, queimar a junta e causar um estrago enorme dentro do motor, que pode vir a fundir.
O inverso – trabalhar abaixo da temperatura especificada por fábrica – também é danoso e os estragos, como o travamento, são muito semelhantes aos do superaquecimento. Além disso, o motor que trabalhar com a temperatura irregular terá sua vida útil drasticamente diminuída. |
| SISTEMA DE FRENAGEM |
| Tudo o que anda tem que parar. Do que adianta estabilidade, dirigibilidade, conforto e potência se na hora de frear houver alguma falha? Por isso, fique atento quanto ao sistema de freios pois a atenção deve ser redobrada com a Manutenção Preventiva. Ele é composto por cabos e cilindros, mas as peças mais importantes são as que atuam efetivamente na frenagem do carro: discos, pastilhas e tambor. Estes componentes agem diretamente na roda do automóvel e fazem o carro parar quando se pisa no pedal.
- Geralmente, discos e pastilhas ficam localizados na parte dianteira, e são responsáveis por cerca de 70 a 80% da eficiência do freio de um carro. Esse conjunto tem melhor performance, pois dissipa melhor o calor e a água, além de ter manutenção mais simples.
- Já o conjunto tambor / lona fica alojado na roda traseira. A revisão periódica em oficinas é recomendável a cada 5.000 km. Mas antes disso, dependendo da utilização do veículo, o sistema pode apresentar algum problema. São eles: vibração e desvio de rota na hora de frear, curso muito longo da alavanca de freio de mão, altura do pedal (baixa e alta) e constantes barulhos quando se pisa no freio. Outro componente a ser avaliado é o fluido do freio.
- Como ele absorve a umidade do ambiente, sua vida útil é de cerca de um ano ou 10.000 km. Passando disso, o fluído já estará com uma parcela significativa de água, diminuindo sua eficiência no acionamento dos freios. A falta de fluido pode ocasionar a perda completa dos freios. O desgaste do sistema de freio e a falta de Manutenção Preventiva são garantias certas de graves problemas. O mínimo que pode acontecer é o carro precisar de mais espaço para frear ou mesmo, em casos extremos, não frear na hora em que mais seja necessário. |
| CÂMBIO |
| Verifique o nível do óleo do câmbio a cada 30.000 km. Alguns modelos não necessitam troca (consulte o manual do seu veículo).
Evite trancos durante as trocas de marchas, você pode estragar os anéis sincronizados e quebrar alguma engrenagem .
Não use o pedal da embreagem como apoio para o pé, se fizer isso a vida útil da embreagem estará comprometida. |
| EMBREAGEM |
Existem diferentes causas que originam problemas na embreagem, devido particularmente a um uso inadequado do motorista. Veja quais os pontos de maior incidência, assim como algumas dicas que ajudarão a melhorar a utilização e a vida útil da embreagem: - Utilize o pedal da embreagem somente no momento da troca de marcha; quando o motorista descansa o pé sobre o pedal, provoca um aquecimento do sistema e um desgaste prematuro dos componentes; - nunca segure o veículo numa rampa utilizando a embreagem como freio; este hábito causa um desgaste excessivo do disco. Nestas situações, utilize sempre o freio do veículo; - não ultrapasse a capacidade de carga especificada pelo fabricante do veículo, porque afetará o funcionamento da embreagem e diminuirá a vida útil da mesma; - não acione e desacione bruscamente a embreagem para aumentar o toque ou alterar a rotação do motor quando se encontrar em uma velocidade compatível; - não inicie bruscamente a marcha, evitando arrancadas bruscas; - nunca saia com o veículo em segunda marcha; - evite reduções bruscas de velocidade, freiando ou desacelerando subitamente o motor. |
| PEDAL DURO E RUÍDOS |
| Substituir o conjunto de embreagem não se trata apenas de retirar o platô, disco e rolamento usados e simplesmente colocar outros novos no lugar. Junto da embreagem existem vários componentes que se desgastam simultaneamente e, portanto, não devem ser esquecidos.
Problemas de esforço excessivo de pedal e ruídos de acionamento, por exemplo, estão relacionados a componentes que formam o sistema de acionamento da embreagem.
Por esse motivo o aplicador profissional verifica todos os componentes envolvidos e os substitui sempre que necessário.
Fique atento aos principais causadores de pedal de embreagem dura e ruídos de acionamento:
- Desgaste ou deformação ao longo do tubo guia (moringa) – o desgaste do tubo poderá gerar o acionamento irregular do rolamento causando ruídos;
- desgaste nas hastes do garfo de acionamento – num garfo em boas condições de uso, a área de contato com o rolamento deve estar arredondada. |